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15 de abril de 2019
Mundo

Vaticano reabre acesso à escada onde Jesus teria subido antes da crucificação

Foto Reprodução

A tradição católica diz que Helena, mãe do Imperador Constantino, levou a “Scala Santa” [ Escada Santa] de Jerusalém para Roma no ano 326. Seus 28 degraus de mármore podem ser subidos pelos peregrinos que vão ao Vaticano, mas só se for de joelhos . Ela serva para lembrar aos fiéis os passos de Cristo até ao Pretório, onde foi julgado por Pôncio Pilatos e condenado à morte. Os primeiros testemunhos escritos deste local estão numa passagem no “Liber Pontificalis” do tempo de Sérgio II (844/847). Ainda segundo a tradição, é concedida o perdão total dos pecados a quem sobe de joelhos a Escada Santa, meditando sobre a Paixão de Cristo e rezando. Existem três cruzes de bronze nos locais onde o sangue de Jesus teria pingado enquanto ele subia a escada. O padre Francesco Guerra, reitor do Santuário da Escada Santa, disse ao site oficial do Vaticano que “o peregrino, no cansaço de subir, encontra-se com a dor que o próprio Jesus enfrentou na sua Paixão”. (Oculta do público por séculos). O mármore foi coberto cerca de 300 anos atrás por ordem do papa Inocêncio XIII que temia o desgaste dos degraus pelo contato com mãos e joelhos dos peregrinos. Em algumas partes há uma buracos com até 15 centímetros de profundidade. A abertura é temporária, com acesso somente até 9 de junho. A peça recentemente esteve em processo de restauração e o papa Francisco comemorou a reabertura: “Subindo de joelhos estes 28 degraus da Escada Santa, o peregrino no cansaço de subir, se encontra com a dor que o próprio Jesus enfrentou na sua paixão. E enquanto sobe, rezando, nestes degraus, a pessoa se sente em contato consigo mesma, ou seja, retornam à memoria as próprias dores ou os sofrimentos das pessoas que lhe são queridas. E Subindo, rezando e recordando a paixão de Jesus, eis que se mistura todo o sentido de quanto fez Cristo por nós: sofreu, morreu e ressuscitou pelo nosso amor”.


15 de abril de 2019
Mundo

Número de ateus nos EUA se iguala pela 1ª vez ao de católicos e evangélicos

Foto Rede Acontece

Pesquisa feita pelo professor e cientista político Ryan Burge, da Eastern Illinois University, mostra 1 embate estatístico entre católicos, evangélicos e ateus nos Estados Unidos. Segundo a pesquisa General Social Service, o número de indivíduos sem religião (23,1%) encostou no de evangélicos (22,8%) e de católicos (23%). Mais de 2.000 pessoas foram entrevistadas pessoalmente para a realização do levantamento. Segundo Burge, a diferença entre evangélicos, católicos e sem religião configura 1 empate estatístico –está dentro da margem de erro da pesquisa. Os religious none, como são chamados os que não possuem religião, são 1 grupo que somam ateus, agnósticos, espirituais e os que não possuem designação para sua crença. Existe 1 ponto em comum entre eles: rejeitam a “religião organizada”. Em entrevista à rede CNN, Burge afirmou que o resultado da pesquisa foi inesperado. “É a 1ª vez que vemos isso. As mesmas perguntas tem sido feitas há 44 anos”. Segundo o pesquisador, os “sem religião” começaram a crescer no início dos anos 90 e, desde 1991, aumentaram em 266%. O cientista político diz também que a proporção de católicos caiu 3 pontos percentuais nos últimos 4 anos. O cientista político também abordou o crescimento das religiões em nível educacional. O que Burge afirma é que faltam evidências que conectem o nível de instrução das pessoas (possuem ensino completo ou pós-graduação, por exemplo) com a assiduidade em atividades religiosas. O pesquisador também mostra que pessoas com pós-graduação são justamente os menos propensos a declarar que não possuem religião em comparação aos menos instruídos. Em artigo para o site Religion in Public, Burge aborda a relação entre religião e voto. A descoberta foi que a maioria dos cristãos tendem a acreditar mais em ideais republicanos; os evangélicos, em particular, mostram maior inclinação pelo atual presidente dos EUA, Donald Trump. Por outro lado, os sem religião parecem estar do mesmo lado dos cristãos nesse quesito. De 2008 a 2018, mostram uma certa tendência aos ideais democratas, mas um pouco mais aos republicanos de 2010 a 2016. O pesquisador também diz que os mais assíduos em igrejas são os que mais tendem a votar em Donald Trump. Eis o gráfico.


13 de abril de 2019
Mundo

O Brasil receberá “bênçãos sobrenaturais” se apoiar Israel, afirma pastor em reunião

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O apoio do Brasil a Israel tem sido algo bastante discutido desde que o atual presidente, Jair Bolsonaro, manifestou o compromisso de transferir a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém, ainda durante a campanha eleitoral do ano passado. O que para muitos pode não passar de uma proposta meramente diplomática, no entanto, para a comunidade cristã e teólogos de todo o mundo possui um significado muito maior. Durante uma reunião com pelo menos 100 pastores de várias denominações evangélicas do Brasil nesta quinta-feira, o pastor americano John Hagee, que estava no evento, explicou o que significa apoiar a nação israelense. “Deus tem abençoado Trump por abençoar Israel. Nunca houve um presidente na história da América mais leal ao povo judeu do que Trump”, disse ele, exemplificando com isso o que deverá acontecer ao presidente Bolsonaro se ele continuar apoiando Israel. O encontro foi organizado pelo Conselho de Ministros Evangélicos, presido por Silas Malafaia, e teve a participação do presidente brasileiro, além do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o governador do Rio, Wilson Witzel. John Hagee é amigo pessoal do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e acompanha o país há décadas, tendo viajado mais de 40 vezes para lá. No encontro Hagee destacou como a nação judia é o centro do mundo, não apenas sob uma perspectiva teológica, mas também geopolítica. “Israel é o relógio de Deus”, disse ele, segundo o portal Guiame. “Quando o povo judeu esteve fora de Israel, o relógio parou. Quando eles voltaram para a terra, o relógio voltou a funcionar”. Com isso, Hagee quer dizer que todos os acontecimentos mundiais, no âmbito político e cultural, passam pelo que ocorre em Israel. Apoiar os israelenses, portanto, não seria apenas uma questão diplomática, mas de reconhecimento sobre o que Deus já fez e ainda fará para o mundo através dessa nação. “Israel não é uma nação para turismo ou política, mas Israel é de fato bíblico. Deus irá abençoar as nações que abençoarem Israel. A ‘menina dos olhos de Deus’ precisa da nossa ajuda, e a porta da benção de Deus está aberta para as nações e igrejas [que a abençoarem]”, conclui Hagee


12 de abril de 2019
Mundo

Após prisão de Assange, Wikileaks divulga contas de senadores brasileiros no exterior

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Após a prisão do seu fundador Julian Assange, ontem (11), o Wikileaks divulgou uma série de documentos sigilosos. Entre os papéis, há informações de dois políticos brasileiros: a ex-governadora e ex-senadora Roseana Sarney e do senador Tasso Jereissati. No caso de Roseana, há indicativo de US$ 150 milhões em offshores, que são contas bancárias abertas em países onde há menor tributação. Outro político “contemplado” com um arquivo é o senador tucano Tasso Jereissati. Os documentos mostram gastos do parlamentar no exterior. Os arquivos mostram ainda documentos que comprovariam que o fundador da Apple, Steve Jobs, era HIV+. O empresário morreu, segundo fontes oficiais, de um câncer raro. Todos os documentos estão neste link.


10 de abril de 2019
Mundo

“Fui transformado”, diz ator após visitar crianças soldados no Sudão do Sul

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Como embaixador da organização cristã World Vision, o ator inglês Jerome Flynn, o Bronn de Game of Thrones, visitou o Sudão do Sul e teve contato com crianças soldados e ouviu suas histórias e pode ver as cicatrizes que a guerra deixou em cada uma delas. Flinn disse que “transformado para sempre” por ter contato com essas crianças, muitas delas foram sequestradas por grupos armados e forçadas a lutar e matar pessoas durante uma guerra civil que durou cinco anos e matou pelo menos 400 mil pessoas. “As crianças me contaram sobre horrores inimagináveis ​​que tinham visto e experimentado”, disse o ator. “Muitos perderam mães, pais, irmãos e irmãs e foram forçados a fazer escolhas que nenhuma criança deveria ter que fazer, apenas para sobreviver”, contou Flynn. “Famílias despedaçadas por causa do conflito e conversei com pais que tiveram filhos e filhas arrancados deles. As histórias deles sobre o que tiveram que suportar era dolorosa demais para suportar”, completou o ator bastante impactado com tudo que viu e ouviu. Mesmo diante desse passado tão presente na mente e no corpo daquelas crianças, Flinn disse ter visto esperança em cada uma delas. “Fiquei impressionado com a capacidade de resistência das crianças, me senti humilhado pelo espírito delas e inspirado pela determinação de encontrar a felicidade”, relatou.


10 de abril de 2019
Mundo

Benjamin Netanyahu comemora “vitória incrível” nas eleições em Israel

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As eleições em Israel este ano acabaram sendo uma escolha sobre a continuidade de Benjamin Netanyahu no comando do país. Na noite da última terça-feira (9) o líder do partido de direita Likud usou as redes sociais para comemorar o que chamou de “vitória incrível”. As pesquisas de boca-de-urna apontavam que o novo premiê seria Benjamin Gantz, do partido Azul e Branco. Ele, aliás, chegou a se declarar vitorioso, mas a apuração indica que o Netanyahu tem 28% dos votos, contra 25% de Gantz. Em seu perfil do Twitter, Netanyahu escreveu: “O bloco de direita liderado pelo Likud obteve uma vitória clara. Agradeço aos cidadãos de Israel por sua confiança. Irei começar a formar um governo de direita com nossos parceiros naturais hoje à noite”. Em seu discurso de comemoração, perto das duas da manhã na capital Jerusalém, o primeiro-ministro reeleito declarou que a ‘mídia tendenciosa’ tentou desacreditá-lo. Assegurou ainda que, “governará para todos”. Na reta final de sua campanha Netanyahu vinha prometendo anexar assentamentos que ficam na Cisjordânia, território reivindicado pelos palestinos. “Vou estender a soberania [israelense] para Judeia e Samaria”, anunciou ele na televisão. Também prometeu não dividir Jerusalém” e garantir que Israel “controle o território a oeste do Rio Jordão”. Como tem o apoio de Donald Trump, o próximo período de governo de Netanyahu deverá ser marcado pelo anúncio do “plano de paz definitivo”, prometido pelo governo dos Estados Unidos.


9 de abril de 2019
Mundo

Ex-transgênero lamenta que sociedade está “fabricando crianças transexuais”

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Um homem que passou por uma mudança de sexo em 1983 e viveu 8 anos como mulher usando o nome de “Laura” acabou se convertendo em um dos maiores ativistas contra o movimento transgênero nos EUA. Walt Heyer é um cristão que constantemente denuncia como a sociedade atual está “fabricando” crianças transexuais e abusando psicologicamente delas. Ele fundou o ministério “Sex Change Regret” [Arrependidos da mudança de sexo] e relata como sofre perseguições por se opor à agenda LGBT. Falando em um painel na Fundação Heritage, Heyer testemunhou como foi sofrer abuso psicológico por anos. Ele passou por cirurgias para modificar seu corpo, mas admite que sempre viveu em conflito. Para ele, hoje em dia isso ocorre em larga escala maciça, com associações médicas e de psicologia promovendo perigosos tratamentos hormonais e intervenções cirúrgicas a milhares de jovens. Heyer contou que recebe centenas de cartas de transgêneros pedindo ajuda, depois de terem vivido anos ou até décadas “em outro corpo”. “Eles estão dizendo: Walt, você pode me ajudar com a destransição? Este foi o maior erro da minha vida”, revelou. Contudo, as leis em vigor em alguns estados americanos simplesmente impedem que essas pessoas tenham ajuda de psicólogos, sob o preceito que trata-se de ‘cura gay’. O presidente do Sex Change Regret destacou que sua vida mudou a partir do momento em que, aos 4 anos de idade, sua avó colocou nele uma saia e passou a “afirmá-lo” como menina. Ele acredita que esse tipo de coisa está cada vez mais comum. Como alguém que viveu isso, Heyer luta para que as crianças não sejam expostas a esses tipos de mensagens porque comunica que há algo errado com elas. “Isso é abuso infantil”, afirmou. “Precisamos tratá-las como realmente são. ‘Afirmar’ uma criança, identificando-a com o sexo oposto, faz com que fiquem deprimidas e ansiosas sobre quem realmente são.” “A única razão pela qual eu posso falar com você hoje é porque depois de 46 anos lidando com essa questão, eu consegui fazer a transição em 1990 depois que fiz psicoterapia, a mesma que os ativistas transgêneros estão tentando impedir que as pessoas hoje tenham acesso”, lamentou. Ainda segundo ele, grande parte desse frenesi transgênero é causado pelo autodiagnóstico. “Estamos fabricando crianças transexuais. Estamos fabricando sua depressão, sua ansiedade, e isso se transformou em uma enorme indústria da qual as pessoas estão lucrando depois que as vidas das crianças estão completamente destruídas”, encerrou.


9 de abril de 2019
Mundo

Antes do nascimento já existem diferenças entre o cérebro masculino e feminino, comprova estudo

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Existem diferenças significativas no modo como os cérebros masculinos e femininos funcionam durante a gravidez. O estudo científico “Diferenças sexuais na conectividade funcional durante o desenvolvimento do cérebro fetal” foi publicado no início deste mês pela Elsevier, maior editora de livros sobre medicina do mundo. A pesquisa mostra o uso de tecnologia avançada de ressonância magnética (RM) em 118 fetos dentro do útero materno. Foram analisadas as conexões neurológicas entre diferentes áreas do cérebro, tanto para homens como para mulheres. Ficou constatado que há conexões entre partes do cérebro feminino quase inexistentes nos cérebros masculinos. A conclusão dos pesquisadores é que “Este estudo demonstra pela primeira vez que o desenvolvimento da conectividade funcional do cérebro fetal varia com o sexo”. No entendimento deles, as redes cerebrais fetais constituem os “blocos de construção” para o desenvolvimento do cérebro durante o resto da vida do bebê. Dr. Leonard Sax explica que mais essa comprovação de que há diferença na função cerebral num estágio de desenvolvimento em que o bebê não tenha sido exposto a nenhum tipo de influência social, é muito significativo. “Acho que a importância desta pesquisa é que mostra que o cérebro de uma menina no útero é significativamente diferente do cérebro de um menino no útero, no mesmo estágio antes do nascimento”, asseverou Sax. Ele fez uma análise das conclusões do estudo para a revista Psychology Today. “Em algumas partes do cérebro, as diferenças entre homens e mulheres foram realmente surpreendentes. O cérebro humano tem seu gênero antes do nascimento. Isso pode ser politicamente incorreto, mas é uma realidade empírica”, destacou. Questionando a base da ideologia de gênero, que opera com teorias que consideram que “masculino” e “feminino” são construções meramente sociais, não uma realidade biológica. Outra estudiosa a repercutir o estudo foi a Dra. Carol Hay, professora de filosofia na Universidade de Massachusetts-Lowell, crítica do uso de “gênero” e não mais de “sexo” por muitos cientistas. “Acho que isso geralmente é motivado por uma agenda política particular, já que toda a ciência é motivada por uma agenda política particular”, resumiu. O fato de exames apontarem para essa diferença no pensamento já no útero corrobora com isso. “Essa afirmação de gênero é simplesmente como um ‘desempenho’ não é uma afirmação verdadeira. É uma afirmação falsa”, concluiu.


9 de abril de 2019
Mundo

Caçador de rinocerontes é comido vivo por grupo de leões

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Um caçador de rinocerontes foi comido vivo por um grupo de leões no Parque Nacional Kruger, na África do Sul. O caso aconteceu na semana passada, mas só ganhou repercussão nesta semana. Segundo informações da BBC News, ele foi pisoteado por um elefante antes de ser atacado pelos felinos. A morte do caçador só foi confirmada quando autoridades fizeram uma busca no local, após dias de desaparecimento, e descobriram um crânio humano e um par de calças. A direção do parque enviou condolências à família. “Entrar no Parque Nacional Kruger ilegalmente e a pé não é (uma decisão) inteligente”, diz. “Há muitos perigos e esse incidente é prova disso”.


9 de abril de 2019
Mundo

Trump consultou líderes evangélicos para criar “plano de paz definitivo” para Israel e Palestina

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Líderes evangélicos “estão na linha de frente” do grupo de trabalho do governo de Donald Trump que elaborou o “plano de paz definitivo” para Israel e Palestina. O pastor Jack Graham, da Igreja Batista de Prestonwood, no Texas, revela que, ao serem consultados a maioria dos pastores ficaram “chocados”. “Falamos, é claro, da soberania de Israel que é muito importante para os cristãos que creem na Bíblia. Afinal, Israel tem o direito de existir e ter Jerusalém como sua capital”, explicou. As eleições israelenses desta semana podem mudar os rumos do Oriente Médio. A promessa de Trump é que os Estados Unidos apresentarão seu plano somente depois, para não influenciar os resultados. Graham assegurou que o secretário de Estado, Mike Pompeo, e o genro do presidente, Jared Kushner, sempre se preocuparam com a segurança de Israel. “Precisamos garantir que os israelenses estejam a salvo e que outras pessoas parem de jogar bombas contra Israel, pois assim será difícil manter a paz”, revelou Graham, ao falar sobre as linhas gerais do plano. “Também falamos sobre parcerias com países árabes e governos que poderiam ser parceiros, pois o desenvolvimento econômico fará parte do plano”, assegurou, deixando claro que muito do que se fala sobre guerra iminente é exagero da mídia. O pastor Jentezen Franklin, da igreja Free Chapel, na Geórgia, concorda. Ele também estava na reunião. “Está funcionando! Pessoas como Jared Kushner e Jason Greenblatt e outros estão trabalhando, tentando encontrar um meio-termo”, avalia, sem confirmar que isso significa uma “solução de dois Estados”, como pede a ONU. O desafio está na Autoridade Palestina, que se recusou a falar com a Casa Branca desde que o presidente Trump reconheceu Jerusalém como a capital de Israel. “Todo mundo precisa viver com esperança. Muitos palestinos estão vivendo sem esperança”, disse Graham. “Deus ama os palestinos e nós da comunidade evangélica também, mas não podemos permitir que partes de Israel sejam simplesmente entregues”, encerrou.


5 de abril de 2019
Mundo

Ex-estrategísta de Trump diz que Mourão quer mostrar que está preparado se Bolsonaro falhar

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Na análise do estrategista da campanha que elegeu Donald Trump à Casa Branca, Steve Bannon, o vice-presidente brasileiro, o general Hamilton Mourão está tentando se mostrar preparado para assumir o Planalto, caso o presidente Jair Bolsonaro não dê certo no comando do governo. Bannon, que participou da visita de Bolsonaro a Washington no mês passado, diz ser inaceitável um vice-presidente manter postura antagônica ao governo. E acrescenta: se tiver princípios, honra e decência, Mourão deve renunciar ao cargo e migrar para a oposição. “O vice-presidente está tentando mostrar que está preparado se Bolsonaro falhar. E isso não é aceitável. Não é aceitável por ser alguém do governo. Se quiser fazer isso, Mourão deveria renunciar amanhã de manhã e ir para a oposição”, afirmou à Folha. “Se ele não acha que pode falar a voz do governo, se é um homem de princípios, honra e decência, deveria renunciar e ir para a oposição.” A declaração de Bannon, que se tornou um dos conselheiros de parte da ala ideológica do governo brasileiro, ocorre na véspera da chegada de Mourão aos EUA e em meio a forte crise política no Planalto, que não consegue articular uma base aliada sólida no Congresso. O vice-presidente desembarca em Boston nesta sexta-feira (5) para participar da Brazil Conference, evento organizado por alunos brasileiros das universidades de Harvard e do MIT (Massachusetts Institute of Technology).


31 de março de 2019
Mundo

Caverna de sal é encontrada em Sodoma, onde mulher de Ló virou uma estátua

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A maior caverna de sal do mundo foi descoberta próximo ao local onde, segundo a Bíblia, a esposa de Ló foi transformada em uma coluna de sal, disseram pesquisadores israelenses nesta última quinta-feira (28). A caverna batizada como Malham se estende por 10 km, passando pelo Monte Sodoma, a maior montanha de Israel, e se espalhando para o Mar Morto. As estalactites salgadas, que são formações rochosas sedimentares, se originam no teto da caverna e algumas das paredes brilham com cristais de sal. Malham foi descoberta através do trabalho de Amos Frumkin, fundador do Centro de Pesquisa de Cavernas da Universidade Hebraica, que mapeou cerca de 5 km da caverna na década de 1980. Dois anos atrás, o espeleólogo israelense Yoav Negev decidiu completar o trabalho de Frumkin. Ele uniu forças com o pesquisador Boaz Landford para organizar uma delegação de oito espeleólogos de nove países para concluir o mapeamento da caverna. Malham superou o recorde de 13 anos da Caverna dos Três Nus, uma caverna de 6.850 metros no sul do Irã. Com o escoamento da chuva que dissolve suas superfícies, Malham se pode se alongar ainda mais com o tempo. O Monte Sodoma é composto quase inteiramente de um imenso bloco de sal, coberto por uma camada fina de rocha. As raras chuvas do deserto se infiltraram nas rachaduras da rocha e dissolveram o sal, formando pequenas cavernas que descem em direção ao Mar Morto. Grande parte do interior da caverna é coberta por uma fina camada de poeira que sopra do deserto. Uma placa fina que parece ter sido cortada é apelidada de “A Guilhotina”, enquanto placas gêmeas receberam o título “Os Dez Mandamentos”. Para Negev, Malham entra em uma categoria única. “Não há nada como isso em Israel”, disse ele, alegando que nenhuma outra caverna chegou perto da marca de 10 km. Ele considera a rede de cavernas como a “mais impressionante e complexa” em Israel.