
O presidente do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado, João Roma, voltou a criticar a política de segurança pública adotada pelos governos do PT na Bahia e no Governo Federal. Durante uma declaração pública, o ex-ministro afirmou que a proximidade entre as administrações estadual e federal elimina, na avaliação dele, justificativas relacionadas à falta de articulação para enfrentar o crescimento da criminalidade.
Segundo Roma, a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Governo Federal, do governador Jerônimo Rodrigues (PT) na Bahia e do ex-governador Rui Costa na Casa Civil deveria resultar em medidas mais efetivas para melhorar os índices de segurança no estado. O dirigente político questionou a falta de respostas que, segundo ele, sejam percebidas pela população.
Durante a manifestação, o presidente do PL afirmou que os governos petistas costumam apresentar justificativas para os problemas da segurança pública. Ele declarou que, mesmo com representantes do mesmo grupo político ocupando posições estratégicas nas esferas estadual e federal, a população ainda espera resultados mais concretos no combate à violência.
Além das críticas aos governos, João Roma afirmou que o avanço das facções criminosas tem afetado municípios de diferentes regiões da Bahia. Segundo ele, o crime organizado passou a influenciar a rotina de moradores de cidades menores, criando situações de medo e insegurança para trabalhadores e comerciantes.
Ao comentar a atuação das forças policiais, o ex-ministro destacou a qualidade dos profissionais da segurança pública, mas defendeu que eles recebam mais apoio e estrutura para exercer suas funções. Roma afirmou que, após anos de gestão do PT no estado e o atual mandato do governo federal, é necessário concentrar esforços em ações práticas para enfrentar a violência.
Por fim, o presidente do PL Bahia reforçou a defesa de medidas de combate ao crime organizado e cobrou uma atuação mais firme dos governos. As declarações fazem parte da estratégia política do partido para discutir temas relacionados à segurança pública durante o período que antecede as eleições.