
Acidente grave deixou Gilmar Pereira Moreno, morador do distrito de Ceraíma, em Guanambi, acamado desde maio de 2024. Durante trajeto à sede do município, ele passou por um quebra-molas sem perceber, perdeu o controle da moto e sofreu fratura grave na perna, permanecendo com mobilidade comprometida desde então.
Dependência total de cuidados marcou rotina do jovem, segundo a mãe, Maria de Fátima. Imobilizado com pinos, Gilmar enfrenta risco de sequelas permanentes, incluindo possível perda do membro, enquanto aguarda há quase dois anos por cirurgia ortopédica no sistema público de saúde.
Família afirma que demora no atendimento agravou quadro clínico. Sem condições financeiras para custear procedimento particular, dependem exclusivamente do SUS. Mobilização recente resultou na inclusão do paciente no programa de Tratamento Fora do Domicílio, garantindo acompanhamento médico em Salvador.
Expectativa gira em torno da realização da cirurgia e da recuperação plena do jovem. Situação evidencia dificuldades enfrentadas por pacientes em áreas rurais da Bahia, refletindo atrasos e desafios estruturais na rede pública de saúde para procedimentos especializados.
Caso reforça apelo da população por agilidade no acesso a tratamentos essenciais, especialmente em situações de urgência ortopédica, e alerta autoridades para necessidade de medidas que evitem agravamento de quadros clínicos prolongados.