
Prisão de Joildo Gonzaga da Silva, conhecido como Pai Pity, provocou indignação em Salvador. Ação da Polícia Civil da Bahia ocorreu na terça-feira (24), após condenação definitiva. Justiça determinou pena de nove anos e quatro meses de prisão pelo crime contra uma criança.
Captura aconteceu dentro do terreiro Ilê Axé Opô Egunitá, no bairro São Cristóvão. Local onde o condenado exercia liderança religiosa virou cenário da prisão. Caso chama atenção pela gravidade e pelo ambiente de confiança em que o crime aconteceu.
Denúncia foi feita em 2015 pela mãe da vítima. Relatos indicam que o menino, então com 10 anos, confirmou os abusos durante depoimento. Investigações reuniram provas técnicas que sustentaram a condenação e levaram ao desfecho judicial.
Laudos periciais confirmaram a violência contra a criança. Apuração também apontou que o condenado expunha a vítima a conteúdos impróprios. Elementos reforçam a gravidade dos fatos e ampliam a repercussão do caso.
Operação mobilizou equipes especializadas da polícia e setores de inteligência. Trabalho conjunto permitiu localizar o condenado e cumprir a decisão da Justiça. Ação foi considerada estratégica após o trânsito em julgado da sentença.
Encaminhamento ocorreu após a prisão. Joildo passou por exames legais e segue custodiado. Ele deve cumprir a pena no sistema prisional, enquanto o caso reforça alertas sobre a importância de denunciar crimes e proteger crianças.