
Declaração do presidente de honra do MDB, Lúcio Vieira Lima, elevou a tensão política na Bahia neste domingo (29). Ele criticou articulações do governador Jerônimo Rodrigues e cobrou espaço nas decisões sobre a vice de 2026.
Reação veio após conversas entre Elmar Nascimento e o governador para possível composição de chapa. Lúcio afirmou que o MDB não foi chamado para discutir o tema e classificou a situação como falta de diálogo dentro da base aliada.
Posicionamento reforçou defesa da permanência de Geraldo Júnior como vice. Segundo ele, não há justificativa para mudança e o partido segue confiante na palavra do senador Jaques Wagner, que já indicou apoio à continuidade.
Críticas também atingiram rumores de novas filiações ao MDB. Lúcio negou qualquer articulação nesse sentido e afirmou que decisões do partido passam pela militância, descartando acordos externos sem consulta interna.
Discurso ganhou tom de alerta ao citar desgaste político. Dirigente disse que a falta de diálogo incomoda e destacou que decisões unilaterais podem gerar reações dentro do grupo governista nos próximos meses.
Fala mais contundente ocorreu ao direcionar preocupação para Adolfo Menezes. Lúcio afirmou que o governo deveria focar no impacto político do convite a Elmar sobre aliados que têm rivalidade direta com o deputado.
Avaliação final indicou possível tensão interna maior do que aparenta. Segundo ele, o grupo político de Adolfo pode reagir negativamente, especialmente em um cenário eleitoral, o que pode influenciar diretamente a estratégia do governo para 2026.