
Eliane Vitória da Silva Andrade, responsável pelo Quiosque da Baianinha em Paulo Afonso, ficou visivelmente abalada ao ter o estabelecimento reapropriado pela Prefeitura. Imagens registradas durante a ação mostram a empresária chorando enquanto funcionários municipais retiravam seus pertences, cenário que gerou repercussão e comoção entre moradores e frequentadores do ponto comercial.
Prefeitura informou que a autorização de uso do quiosque estava vencida desde julho de 2025. Além disso, o estabelecimento acumulava denúncias de perturbação do sossego. Segundo a administração municipal, todos os trâmites legais foram cumpridos antes de adotar a medida extrema, incluindo notificação formal à permissionária, que teve prazo para defesa e regularização, mas não respondeu.
A ação ocorreu nesta semana e faz parte de um conjunto de medidas para organizar o espaço público e garantir cumprimento das regras municipais. O caso chamou atenção pela reação de Eliane, que destacou seu esforço em manter o negócio e a tradição do quiosque, tornando a situação um ponto de debate sobre direitos de permissionários e responsabilidade da gestão pública em regularizar ocupações irregulares.
Moradores e clientes acompanharam a operação, comentando sobre a tristeza da empresária e a importância de equilibrar o cumprimento da lei com diálogo. A Prefeitura reafirmou que a decisão visou apenas regularizar o uso do espaço, ressaltando que outros permissionários devem manter documentos e autorizações em dia para evitar ações semelhantes no futuro.