
O ex-ministro e pré-candidato ao Senado João Roma criticou nesta segunda-feira (20) a política de impostos sobre combustíveis na Bahia. Ele afirmou que a redução aplicada pelo governo estadual foi limitada. A declaração foi feita durante entrevista à Rádio Excelsior. Segundo Roma, a medida não trouxe alívio significativo para a população.
Durante a entrevista, o político questionou a gestão do governador Jerônimo Rodrigues. Ele disse que a diminuição ocorreu apenas em parte do diesel e não contemplou outros pontos. Roma relacionou o tema ao aumento global dos combustíveis, influenciado por conflitos internacionais. Para ele, o cenário exige medidas mais amplas por parte dos governos.
Ao citar gestões anteriores, Roma mencionou o ex-governador Rui Costa. Segundo ele, durante a pandemia, houve resistência à redução de impostos. O ex-ministro também fez críticas à condução política da época. As declarações incluem acusações sobre uso de arrecadação em estratégias eleitorais.
O pré-candidato também mencionou ações do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele afirmou que, durante aquele governo, houve redução de impostos com aumento de arrecadação. Roma destacou ainda medidas de desburocratização econômica. Segundo ele, essas iniciativas ajudaram a aliviar o peso sobre a população.
Ao comentar o cenário atual, Roma criticou a retomada de cobranças como o seguro DPVAT. Ele também citou o governo federal sob comando de Luiz Inácio Lula da Silva. Para o político, há aumento de tributos que impacta diretamente os cidadãos. As declarações fazem parte do debate político sobre economia e carga tributária no estado.