Defensores públicos da Bahia cruzam os braços por salários e direitos

Defensoras e defensores públicos da Bahia iniciaram nesta terça-feira (12) uma paralisação de 48 horas em protesto por valorização da carreira e melhores condições de trabalho. O movimento foi organizado pela Associação das Defensoras e Defensores Públicos do Estado da Bahia. Durante o período, apenas atendimentos considerados urgentes seguem mantidos conforme regras definidas pelo Tribunal de Justiça.

Segundo a entidade, a mobilização busca chamar atenção do governo estadual e da sociedade para as dificuldades enfrentadas pela categoria. A associação afirma que os profissionais passaram dez anos sem recomposição salarial. A presidente da ADEP-BA, Bethânia Ferreira, declarou que os pedidos envolvem direitos previstos em lei e não benefícios considerados extraordinários.

Durante o protesto, as atividades ordinárias da Defensoria Pública do Estado da Bahia ficaram suspensas nesta terça e quarta-feira. A categoria defende investimentos na estrutura da instituição, responsável pela assistência jurídica gratuita à população em situação de vulnerabilidade. Segundo os defensores, o enfraquecimento da atuação da Defensoria impacta diretamente pessoas que dependem dos serviços públicos de acesso à Justiça.

Além da paralisação, a agenda de mobilização prevê um ato público nesta quarta-feira (13), às 10h, na sede da Defensoria Pública, localizada no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador. Durante o evento, representantes da categoria devem entregar formalmente pedidos e protocolos relacionados às reivindicações apresentadas ao governo estadual.

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