
O ex-ministro e presidente do PL na Bahia, João Roma, elogiou a decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Em declaração divulgada nesta sexta-feira (29), Roma afirmou que a Bahia se tornou um retrato dos impactos provocados pela expansão das facções criminosas e defendeu medidas mais rígidas de combate ao crime organizado.
Segundo o dirigente do PL, o estado enfrenta uma crise de violência marcada por mortes, domínio de territórios e insegurança da população. Roma classificou o cenário como uma “tragédia humanitária” e afirmou que muitos moradores vivem com medo diante do avanço das organizações criminosas em diversas regiões da Bahia.
Durante a manifestação, o ex-ministro também elogiou a atuação do senador Flávio Bolsonaro, que defendeu junto a autoridades americanas o endurecimento das ações contra as facções brasileiras. Para Roma, o tema deveria ocupar posição central no debate público nacional e receber prioridade das autoridades brasileiras.
O presidente estadual do PL ainda criticou governos petistas ao afirmar que o combate às facções não teria recebido a atenção necessária nos últimos anos. Segundo ele, a população baiana convive diariamente com os efeitos da criminalidade e da atuação do crime organizado em diferentes cidades do estado.