Roma ironiza Carnaval e diz que PT foi “rebaixado até na Sapucaí”

Crítica ao PT marcou declarações do presidente do PL na Bahia, João Roma, após rebaixamento da escola Acadêmicos de Niterói no Carnaval do Rio. A escola, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, terminou em último lugar no Grupo Especial, gerando repercussão política e simbólica.

Roma considerou o resultado um “recado claro” e associou o desempenho da escola à avaliação da população sobre o PT. Segundo ele, a tentativa de transformar o Carnaval em palanque político, exaltando o partido e atacando adversários, encontrou rejeição do público e da crítica, reforçando desgaste eleitoral do partido.

Críticas também foram feitas ao conteúdo do desfile, que retratou Bolsonaro como “palhaço Bozo” e zombou de valores religiosos. Para o dirigente, Carnaval é festa popular, e não espaço para militância partidária. “O povo condenou a apresentação. Não dá para transformar corrupção em heroísmo nem vender narrativa que ignora escândalos do PT”, afirmou.

Para Roma, episódio reforça desgaste político da legenda e evidencia cansaço da sociedade com manipulação cultural e propaganda política. Segundo ele, a mensagem da Sapucaí vai além do Carnaval: a população quer respeito à institucionalidade, responsabilidade e fim da polarização.

Debate sobre política e cultura se intensifica com o episódio. Rebaixamento da Acadêmicos de Niterói é visto por aliados do PL como sinal simbólico de rejeição popular a exaltação partidária em eventos tradicionais, ampliando críticas sobre uso político de manifestações culturais no país.

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