
Vereador Alexandre Aleluia (PL) assume presidência da CCJ da Câmara de Salvador e detalha prioridades do Legislativo: Plano Municipal de Segurança Pública e novo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU), que define a estratégia da cidade para a próxima década. Ele promete debates amplos e participação da sociedade civil em todas as etapas.
Segurança e urbanismo ganham atenção imediata. Aleluia afirma que o PDDU será enviado em maio e passará por audiências públicas, garantindo espaço para órgãos e cidadãos. Destaca mudanças pós-pandemia na dinâmica urbana, mobilidade e formas de viver, fatores essenciais para atualizar o planejamento da capital baiana.
Plano Municipal de Segurança também é prioridade. Vereador avalia tramitação junto ao presidente da Câmara, podendo unificar comissões por urgência e recursos federais. Ele garante tratamento igualitário a todos os projetos, mesmo sendo presidente da CCJ, reforçando que normas e regras de tramitação serão cumpridas.
Projeto de regulamentação das praias, inspirado na experiência do Porto da Barra, pode se expandir. Aleluia explica que a repercussão nas redes sociais impulsionou a proposta, permitindo que visitantes aproveitem a faixa de areia sem cobrança obrigatória por cadeiras. Matéria seguirá tramitação regular, com relator a ser designado em breve.
Pré-candidatura a deputado federal pelo Partido Novo está mantida. Aleluia defende liberdade de empreender, direito de propriedade e respeito à cultura e religião. Destaca alinhamento com ideias do Novo e afirma que migração dependerá de acordo interno com o PL na Bahia, liderado por João Roma, até o fim de março.
O vereador critica atuação do PL local, afirmando que a sigla pode estar “fazendo a cama para eleger o sistema”. Destaca que conservadores e liberais precisam se posicionar claramente para evitar se tornarem instrumento político de manutenção do poder, e observa que desempenho recente do partido mostrou fragilidade eleitoral.
Cenário estadual e nacional também é analisado. Aleluia elogia governança de Romeu Zema (Novo) em Minas e afirma que política é volátil: alianças podem surgir, mas objetivo é consolidar oposição clara ao PT na Bahia. Ele define a chapa puro-sangue do partido no estado como “sinal de arrogância” e prevê ano emblemático para disputa política.
Críticas ao PT reforçam tom de alerta. Aleluia aponta falhas em economia, segurança, educação e saúde, dizendo que decadência do modelo petista é evidente. Afirma que dois ex-governadores e um governador buscando reeleição demonstram excesso de confiança, e que a arrogância do partido precede a queda, abrindo espaço para renovação na Bahia.