
Anúncio feito nesta quinta-feira (8) pelo presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, informou que o governo bolivariano começou a libertar um “número significativo” de detidos, incluindo presos políticos venezuelanos e estrangeiros, em prisões do país.
Rodríguez qualificou a medida como um gesto de paz por parte do Executivo e das instituições estatais, sem acordos prévios com outras partes.
Reuters
Segundo o chefe do Legislativo e irmão da presidente interina Delcy Rodríguez, o processo de libertação já está em andamento e inclui detentos de diferentes nacionalidades, embora ele não tenha especificado quantos serão libertados nem quais nomes estão na lista de soltura.
AP News
Essa decisão atende a uma das principais reivindicações da oposição venezuelana, que vinha exigindo a libertação de críticos e líderes políticos presos nos últimos anos. A medida ocorre em um momento de intensa pressão internacional e interna, após a prisão do ex-presidente Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos.
New York Post
Movimento foi descrito pelo governo como iniciativa unilateral para buscar “convivência pacífica”. Grupos de direitos humanos apontam que centenas de pessoas podem ser elegíveis para soltura, mas ainda muitos detidos por motivos políticos permanecem nas prisões venezuelanas, segundo organizações de acompanhamento.
CiberCuba
Repercussões incluem reações de líderes políticos internacionais, que veem a libertação como tentativa de diminuir a pressão global sobre o país diante de abordagens externas e ações diplomáticas. A ação também ocorre em meio a relatos de tensões e conflitos internos após eventos políticos de 2024 e 2025.