
Moradora de Rio de Contas denunciou supostas irregularidades durante transporte em ambulância da prefeitura de Dom Basílio com destino a Salvador. O caso ocorreu entre sexta-feira (2) e sábado (3) e envolve relatos de insegurança, atrasos e desentendimentos durante a viagem.
Segundo Adriana Flores, que acompanhava o filho para atendimento médico, o trajeto começou por volta das 10h. Ela afirmou que a criança permaneceu em jejum durante todo o percurso e relatou diversas paradas ao longo da estrada, o que, na avaliação dela, comprometeu o tempo de chegada à capital.
Ainda conforme a denunciante, o momento mais crítico ocorreu nas proximidades de Milagres. Adriana disse que a ambulância teria se envolvido em uma situação de risco após uma manobra brusca, que quase provocou o tombamento do veículo, fazendo com que a criança caísse dentro da ambulância por não estar com cinto.
Relatos também apontam para desentendimentos com o motorista durante o percurso. A moradora afirmou que o condutor teria adotado postura agressiva após ser questionado, além de citar condução considerada perigosa no retorno, com freadas e arrancadas bruscas que teriam causado desconforto e dores no filho.
Diante do cenário, Adriana decidiu interromper a viagem antes do destino final. Ela solicitou desembarque em Dom Basílio, alegando medo de continuar no veículo após os episódios relatados durante o transporte.
Por outro lado, uma enfermeira que integrava a equipe apresentou versão divergente dos fatos. Segundo a profissional, o atendimento da criança em Salvador ocorreu normalmente e não houve qualquer acidente durante o trajeto, apenas uma manobra preventiva do motorista para evitar risco na estrada.
A profissional também contestou a quantidade de pessoas citadas pela denunciante e afirmou que estavam apenas quatro ocupantes na ambulância. Sobre as paradas, explicou que foram necessárias para abastecimento e apoio básico durante a viagem, incluindo um problema pontual com cartão, resolvido rapidamente.