
O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), comentou nesta quinta-feira (18) a operação da Polícia Federal que teve como alvo o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Zema afirmou que o escândalo envolvendo o Banco Master teria começado na Bahia e fez críticas ao parlamentar baiano após o cumprimento dos mandados de busca e apreensão.
Durante a publicação, Zema destacou que Jaques Wagner exerce papel estratégico no governo federal por liderar a base governista no Senado. O ex-governador citou as investigações em curso e afirmou que o senador é alvo de apurações relacionadas a suspeitas de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. As declarações ocorreram horas após a deflagração da nova fase da Operação Compliance Zero.
Segundo Zema, o caso não envolve apenas relações entre o Banco Master e integrantes da política nacional. O ex-governador afirmou que o núcleo político ligado ao PT na Bahia teria participação relevante nos fatos investigados. As declarações foram feitas em tom crítico e ampliaram a repercussão política da operação, que mobilizou agentes da Polícia Federal em diferentes estados do país.
Enquanto o debate político ganha novos capítulos, as investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Federal e supervisão do Supremo Tribunal Federal. A operação apura supostas irregularidades envolvendo o Banco Master, além de possíveis práticas de corrupção e lavagem de dinheiro. Os investigados poderão apresentar suas versões dos fatos ao longo do processo, e as acusações ainda serão analisadas pela Justiça.