
Trinta e cinco dias após o corpo do empresário Valdiney Fernandes Santos ser encontrado em uma estrada vicinal de Ibirapitanga, familiares cobram respostas sobre o caso e pedem mais agilidade nas investigações. A morte ocorreu no dia 5 de junho e segue sendo apurada pela Delegacia do município. Até esta sexta-feira (10), a Polícia Civil não havia divulgado informações públicas sobre o andamento do inquérito.
Segundo a família, a falta de esclarecimentos tem aumentado o sofrimento desde o desaparecimento do empresário. Os parentes afirmam confiar no trabalho da Polícia Civil, mas dizem esperar uma resposta que ajude a esclarecer as circunstâncias da morte e identifique os responsáveis. O caso provocou forte comoção em Ipiaú e em outras cidades da região, onde Valdiney era bastante conhecido por sua atuação no comércio.
Conforme relatos dos familiares, Valdiney desapareceu no dia 3 de junho após sair de casa, na Rua Carlos Chagas, em Ipiaú. Antes de deixar a residência, ele informou que seguiria para a região da Jaguarana, em Itagi, onde pretendia negociar a venda de uma propriedade rural. Depois disso, não fez mais contato e passou a ser considerado desaparecido, o que levou familiares e amigos a iniciarem buscas por informações sobre seu paradeiro.
Dois dias depois, o empresário foi encontrado morto dentro de uma Fiat Strada em uma estrada vicinal na zona rural de Ibirapitanga. O corpo apresentava várias perfurações provocadas por faca, segundo as informações divulgadas na época. A descoberta mobilizou moradores da região e gerou grande repercussão, principalmente porque Valdiney era reconhecido pelo trabalho no setor de materiais de construção e pelo relacionamento próximo com clientes e parceiros comerciais.
Enquanto aguardam a conclusão das investigações, os familiares reforçam o pedido para que o caso não seja esquecido. A principal cobrança é para que a Polícia Civil esclareça o que aconteceu desde o desaparecimento até a morte do empresário e apresente uma conclusão sobre o crime. Passados 35 dias do homicídio, a família afirma continuar vivendo entre a dor da perda e a expectativa por respostas oficiais.