
ACM Neto voltou a criticar a gestão de Jerônimo Rodrigues e disse que o governo “fala muito e entrega pouco”. Em vídeo publicado nas redes sociais nesta terça-feira (2), o ex-prefeito de Salvador afirmou que o discurso voltado aos mais pobres não corresponde à realidade vivida pela população baiana.
Vídeo divulgado pelo vice-presidente do União Brasil aborda especialmente as áreas social, de saúde e segurança pública. Neto disse que os baianos não percebem avanços concretos e questionou a efetividade das ações anunciadas pelo governo estadual.
População enfrenta, segundo ele, problemas graves na saúde pública. O ex-prefeito mencionou dificuldades na regulação, superlotação em hospitais e falta de melhorias estruturais. Ele afirma que o sistema segue sobrecarregado sem respostas compatíveis da gestão.
Criminalidade também foi alvo das críticas. Neto declarou que o governo “perdeu a guerra para o crime organizado” ao mencionar índices de violência e insegurança. Ele apontou que a sensação de medo continua alta entre moradores de diversas regiões do estado.
Recursos financeiros movimentados pela gestão petista foram outro ponto destacado. O ex-prefeito afirmou que o governo já contratou R$ 26 bilhões em empréstimos em três anos, mas sem entregas visíveis que justifiquem o montante.
Comparação com sua gestão em Salvador foi usada para reforçar o argumento. Neto disse que destinou grande parte do orçamento municipal para ações com impacto direto na vida dos moradores e cobrou postura semelhante do governo estadual.
Habitação entrou na pauta das críticas. O ex-prefeito questionou o número de casas populares entregues e a ausência de programas sociais considerados estruturantes. Ele afirmou que os baianos esperam ações práticas nas áreas de emprego, alimentação e segurança pública.
PT foi novamente citado por Neto, que atribuiu ao partido no comando do estado há duas décadas a responsabilidade pelo que classifica como falta de resultados. Segundo ele, o governo precisa diminuir promessas e aumentar entregas para atender as demandas mais urgentes da população.