
Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística acendeu alerta na Bahia. Dados da Pnad Contínua mostram o estado com o segundo pior salário médio do país. Trabalhadores recebem R$ 2.284 por mês, valor muito abaixo da média nacional. Resultado provoca reação imediata na oposição e amplia debate sobre economia e gestão pública no estado.
Diante dos números, ACM Neto criticou diretamente o PT, que governa a Bahia há quase duas décadas. O ex-prefeito de Salvador questionou o impacto das gestões petistas na renda da população. Segundo ele, sucessivos governos falharam em gerar emprego de qualidade. Declaração elevou o tom do embate político e reacendeu críticas ao modelo administrativo estadual.
Além disso, Neto apontou responsabilidade da atual gestão de Jerônimo Rodrigues. Ele afirmou que a situação piorou recentemente e destacou que a Bahia foi ultrapassada pelo Ceará. Para o ex-prefeito, os dados revelam perda de competitividade e enfraquecimento econômico. Crítica reforça narrativa de estagnação e cobra mudança urgente de rumo.
Comparação com outros estados intensificou o discurso. Neto ressaltou que a média salarial brasileira supera a baiana em cerca de R$ 1.300. Trabalhadores do Rio de Janeiro chegam a ganhar quase o dobro. Diferença amplia desigualdade regional e evidencia desafios estruturais que afetam renda e oportunidades no território baiano.
Enquanto isso, famílias sentem o peso da renda menor no fim do mês. Jovens e trabalhadores do interior deixam suas cidades em busca de melhores salários. Movimento migratório cresce diante da falta de perspectivas locais. Críticos afirmam que a economia precisa reagir para evitar fuga de talentos e enfraquecimento ainda maior do mercado regional.
Por fim, ACM Neto projetou outro cenário para o estado. Ele defendeu políticas capazes de gerar emprego, renda e oportunidades para quem nasceu na Bahia. Discurso aposta na esperança e no direito de sonhar sem sair da própria terra. Debate deve ganhar força nos próximos meses e promete esquentar o cenário político estadual.