Brumado: Cachorro é atacado a golpes de facão; moradores alertam para denunciar maus-tratos

Brumado registrou nesta quinta-feira (26) mais um caso de violência contra animais na comunidade dos Pebas, zona rural do município. Um cachorro de rua foi encontrado gravemente ferido, com um corte profundo no pescoço, e mobilizou moradores a prestar socorro e buscar atendimento veterinário. A situação também chamou atenção para a necessidade de denunciar os responsáveis por maus-tratos.

Populares relataram que ouviram latidos e gritos do animal ainda nas primeiras horas da manhã. Ao se aproximarem, encontraram o cachorro ensanguentado, provavelmente atingido por golpes de facão. Uma moradora, que preferiu não se identificar, explicou que o corte arrancou parte do couro e, embora não tenha atingido a traqueia, representou um ferimento grave e de alto risco de morte.

O animal circulava na comunidade há cerca de quatro meses e era cuidado pelos moradores, que se comoveram com a situação e passaram a alimentá-lo diariamente. O ataque gerou revolta e preocupação, reforçando a importância da mobilização da população para proteger animais e auxiliar na identificação dos autores desses crimes.

Casos de agressão e envenenamento de animais já foram registrados na região, indicando que episódios de crueldade não são isolados. Diante disso, especialistas e moradores orientam que qualquer suspeita de maus-tratos seja imediatamente denunciada. Denúncias podem ser feitas à Polícia Civil, órgãos de proteção animal e pelo Disque Denúncia Ambiental, garantindo que os autores sejam responsabilizados.

A legislação brasileira prevê punição rigorosa para quem maltrata animais. A Lei nº 9.605/1998 estabelece sanções penais e administrativas, incluindo detenção de três meses a um ano e multa. Já a Lei nº 14.064/2020 aumenta a pena para dois a cinco anos de reclusão quando os crimes envolvem cães e gatos, reforçando a gravidade da ação.

Moradores alertam que proteger os animais é dever de todos e que denunciar maus-tratos ajuda a evitar novas agressões. Além de informar as autoridades, a população pode colaborar oferecendo abrigo temporário, alimentação ou acionando organizações de proteção animal que atuam na região. O caso do cachorro atacado em Pebas segue sob acompanhamento das autoridades locais, que investigam o crime e buscam identificar os responsáveis.

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