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23 de outubro de 2021
Bahia

Bahia volta a figurar entre as piores posições do Brasil na área da educação, critica deputado

Foto Sudoeste Acontece

O deputado estadual Alan Sanches (DEM) apela para a criação de uma força-tarefa a fim de tirar o Estado dos piores índices no setor mais importante de todas as gestões, a educação. Segundo o democrata, o governador Rui Costa (PT) precisa encarar o problema de frente, deixar as viagens de lado e se comprometer a tirar os estudantes desse caos instalado na Bahia.

O Estado voltou a figurar entre as piores posições do Brasil na área da educação. De acordo com o Índice de Oportunidades da Educação Brasileira (IOEB), divulgado na última quarta-feira (20), pela Comunidade Educativa Cedac, uma organização da sociedade civil. A Bahia aparece apenas na 23ª colocação no país, com nota 4,4, empatado com Roraima e à frente apenas do Pará (4,2), Maranhão (4,1) e Amapá (4,1). Entre os estados do Nordeste, a Bahia tem a segunda pior nota.

“Isso não é Alan Sanches quem fala, quem cria. Além dos números, foi Rui, que no início do seu governo, visitou mais de 300 escolas assegurando que faria uma revolução na área educacional. Entretanto, vai entregar o Estado em 2022 e nada de concreto foi feito. Ao contrário, a situação só piora”, lamentou.

De acordo com o governo estadual, O IOEB nacional foi de 5,02 e a Bahia registrou 4,4, sendo o terceiro Estado com maior crescimento no IOEB 2015-2019, com 22% de crescimento em relação à edição anterior (veja aqui).

O deputado ainda destaca que Rui não conseguiu fazer o “básico do básico” na educação. “Mas sabe viajar com frequência para o exterior, em meio a uma pandemia, sob a justificativa de buscar investimentos. Investimentos esses, que não vemos e coloca a Bahia com os piores índices”, reforçou.

Alan Sanches ainda lembrou que a Bahia ficou em último lugar num ranking brasileiro de educação pública à distância durante a pandemia elaborado pela Fundação Getúlio Vargas. De acordo com o relatório, o Estado tirou nota zero na pesquisa porque não apresentou nenhum programa no período. A média nacional foi de 2,38. O líder no índice foi a Paraíba, com nota 6,03.