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27 de fevereiro de 2024
Cidades

ACM Neto diz que ‘aprovação em massa’ é uma vergonha para o estado

O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil), defendeu nesta segunda-feira (26) a revogação da portaria 190, que incentiva os professores a aprovarem os alunos, como um estímulo à “aprovação em massa”.

“Uma vergonha para nosso estado. Confesso a vocês que ouvi manifestações de fora da Bahia, dizendo que não acreditavam que pudéssemos ter um governador tão descomprometido com a educação, que virasse as costas para os professores sendo professor, e que não tivesse a capacidade de priorizar a educação, já tendo sido secretário dessa pasta. Lamento profundamente que o governador tenha visão ultrapassada, que só prejudica pessoas mais pobres”, declarou ACM Neto.

O ex-chefe do Palácio Thomé de Souza acrescenta que ‘a diferença educacional entre escolas particulares e públicas já é abissal, o que prejudica a entrada dos jovens nas universidades. Com a medida do governador Jerônimo Rodrigues, a diferença só aumentará. A Bahia é o estado com a menor proporção de concluintes do Ensino Médio inscritos para realizar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em todo o país, de acordo com Censo da Educação Superior divulgado no ano passado’.

“A aprovação em massa como defendeu o governador só aumenta ainda mais a diferença. Precisamos, ao contrário, investir nos professores, valorizar a educação pública, melhorar a qualidade da atuação das nossas escolas e tirar a Bahia dos últimos lugares do Ideb do Brasil”, complementa o ex-prefeito.

De acordo com ACM Neto, a medida do governo estadual é uma forma de maquiar os dados para pontuar melhor no Ideb. “Quando o governador defende a aprovação em massa, o governador não está preocupado com os alunos ou com suas famílias, ele está preocupado em apresentar de maneira artificial um avanço no Ideb. A gente sabe que uma das coisas mais importantes que contribuem para a nota do Ideb é a aprovação, mas não pode ser à custa do não aprendizado que a gente vai ter uma melhoria do Ideb da Bahia. Particularmente me senti envergonhado em ter o governador Jerônimo falando o que falou, se tornando motivo de crítica em todo o País, em especial dos profissionais da educação, de maneira mais especial dos professores, que merecem ser valorizados e não desprestigiados como foram com o governador Jerônimo Rodrigues”, completa.


27 de fevereiro de 2024
Eleição 2026

Geraldo Jr: ‘Salvador precisa deixar de ter um gerente para ter um prefeito’

O vice-governador e pré-candidato à Prefeitura de Salvador, Geraldo Júnior, disse estar confiante em sua vitória nas eleições de 2024 para transformar a capital baiana em uma cidade com mais desenvolvimento e igualdade.

A declaração foi dada em entrevista ao POD13, videocast do PT Bahia, exibido nesta segunda-feira, 26. “Salvador vai me fazer prefeito dessa cidade”, destacou, ao falar que sua gestão terá participação social e políticas inclusivas.

Na entrevista, conduzida pelo presidente do PT, Éden Valadares, e pelo escritor e jornalista Emiliano José, Geraldo disse que se aliar à esquerda foi a decisão mais acertada da sua vida e não poupou críticas à atual gestão de Bruno Reis, que é marcada pela desigualdade social, carência de escolas do ensino fundamental que só funcionam porque são custeados pelo governo Jerônimo.

O pré-candidato também reprovou a especulação imobiliária, a deterioração das áreas verdes e enfatizou que a capital é uma cidade mal planejada e constituída basicamente de concreto, além de reprovar o sistema de transporte público, que considera caótico e que tanto prejudica a população.

“Se a gente for falar de transporte público, Salvador tem uma das passagens mais caras do país e um péssimo serviço. Mobilidade urbana em Salvador o que não faz o poder municipal, faz o estadual”, disse, usando como exemplo o metrô. Sobre o modal BRT, Geraldo disse que as audiências públicas foram apenas para “constar” e que não houve um debate, de fato, com a população.

“Salvador precisa deixar de ter um gerente para ter um prefeito, Salvador precisa de um prefeito que não precisa pedir licença para entrar na sala do governador ou do presidente da República”, disse Geraldo, ao falar sobre a importância de ter um gestor aliado ao governador Jerônimo Rodrigues e ao presidente Lula.

“A gente precisa de um prefeito que dê atenção às unidades básicas de saúde, que têm a pior cobertura do país. Salvador é a capital do desemprego. Nós precisamos de uma Salvador que cuide da educação infantil, que construa creches. São 72 mil crianças, 72 mil jovens da educação fundamental, que é de responsabilidade do prefeito, mas sabe quem toma conta? O Estado, o governador Jerônimo Rodrigues”, acrescentou o vice-governador.

Ao destacar que é um homem e um político que está sempre disposto a aprender, Geraldo afirmou: “Eu só fui entender o que é cuidar de gente depois da decisão de mudar de grupo político”. O vice-governador disse que vivia numa “bolha política”, liderada pelo candidato derrotado ao Governo do Estado, ACM Neto, e que se sentia “aprisionado”.

Com a mudança, Geraldo frisou que teve um “sentimento de libertação, de alívio, liberdade”, que é e sempre foi acolhido, tem autonomia e é ouvido. “Qual vice-governador já assumiu tantas vezes o Governo, com caneta, com autonomia, com independência?” disse Geraldo, que afirmou: “Eu me redimensionei na minha vida pessoal e familiar. A minha vida familiar é outra, minha vida pessoal é outra. E falo isso com emoção”.

Geraldo disse ainda que enquanto a base do PT tem um líder político, que toma decisões coletivas, o grupo ao qual pertencia tem “chefe”. “Nesse grupo as pessoas se ouvem, elas se escutam. Nesse grupo há democracia, há respeito”, disse Geraldo, ao criticar o autoritarismo do grupo opositor.

“Tem apenas um cacique que decide o processo, mas é para tudo e em função de tudo, inclusive nas matérias que tramitam na Câmara Municipal”. Geraldo destacou, no entanto, que enquanto vereador e presidente da CMS, lutou por decisões que seguem o preceito constitucional, e que sua busca pela autonomia dos poderes foi um dos motivos que o levou a tomar a decisão de mudar de grupo.


27 de fevereiro de 2024
Brasil

Pacote de socorro a aéreas pode chegar a R$ 6 bilhões, diz ministro

Foto Sudoeste Acontece

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou nesta segunda-feira (26) que o pacote do governo federal para financiar as companhias aéreas deve ficar entre R$ 4 bilhões e R$ 6 bilhões. De acordo com o ministro, a proposta do projeto deverá ser encaminhada para as empresas no próximo mês.

O ministro explicou que os valores serão repassados a partir de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Um fundo garantidor deverá ser criado para dar garantias aos empréstimos que serão feitos pelas companhias. A análise do projeto é feita em conjunto com o Ministério da Fazenda e a Casa Civil.

“Estamos trabalhando na ordem de R$ 4 bilhões a R$ 6 bilhões. Essa é a demanda das aéreas. Elas acham que esses valores seriam suficientes no primeiro momento. A gente espera trabalhar para fechar o montante ao longo do mês de março”, afirmou.

Com os valores, as empresas poderão pagar dívidas, fazer investimentos e comprar novas aeronaves.

“Para o consumidor, são mais aeronaves no Brasil. A Latam sinaliza compra 15 novos aviões. A Gol, mais dez, e a Azul, mais 16. São mais de 30 aeronaves novas que vão entrar no Brasil. Isso quer dizer mais voos operando no país e levando para mais destinos”, completou o ministro.

Voa Brasil
Silvio Costa Filho também informou que a primeira etapa do Programa Voa Brasil deve disponibilizar 5 milhões de passagens aéreas a partir de março.

“Não tem nenhum recurso público neste programa. É um projeto em parceria com as companhias áreas. Cinco milhões de passagens, que vão atender 20 milhões aposentados e mais 800 mil alunos Prouni”, completou.

O ministro participou de um evento sobre investimentos em aeroportos na Bolsa de Valores de São Paulo.


26 de fevereiro de 2024
Eleição 2026

Sidônio Palmeira revela planos para campanha eleitoral de 2024

O publicitário baiano Sidônio Palmeira, que atuou como marqueteiro de Lula em 2022, afirmou ter recebido diversas propostas de candidatos para as eleições municipais deste ano. No entanto, até agora, não fechou acordo com nenhum deles. A informação é do Radar, da Veja.

Em 2024, ele declarou que pode oferecer sua expertise para “conceituar” campanhas, mas não planeja se envolver diretamente na execução. Sidônio também agendou o lançamento de um livro para o dia 10 de abril, revelando os bastidores da bem-sucedida campanha de Lula. O marqueteiro espera contar com a presença do presidente no evento.


26 de fevereiro de 2024
Bom Jesus da Lapa

Eures Ribeiro anuncia pré-candidatura à Prefeitura de Bom Jesus da Lapa

O cenário político de Bom Jesus da Lapa adquiriu novos contornos durante uma entrevista concedida na manhã desta segunda-feira (26) à Baiana FM Bom Jesus da Lapa, na qual o deputado estadual Eures Ribeiro (PSD) anunciou sua pré-candidatura à Prefeitura.

Em meio a reflexões sobre seu papel político, o deputado destacou o “sacrifício” que a decisão representa, especialmente diante das oportunidades para concorrer a uma vaga como deputado federal na próxima eleição. “Para mim, esta decisão é um sacrifício muito grande. Nosso mandato está com a perspectiva de fazer 10 prefeitos. Eu estava com o cenário para disputar a deputado federal. Para mim é uma situação complicada, mas tive que tomar uma decisão”, disse.

Eures Ribeiro anunciou o rompimento político com o atual prefeito, Fábio Nunes (PSD), explicando que, a partir de agora, ambos seguem caminhos distintos. “O rompimento aconteceu de forma saudável. Eu poderia mantê-lo no partido e após o prazo falar que eu seria candidato. Mas isso não faz parte do meu caráter. Tomei a decisão e informei ao atual prefeito antes do prazo para que ele pudesse tomar o seu rumo. Na minha carreira, jamais fiz traição política”, explicou.


26 de fevereiro de 2024
Bahia

Geddel Vieira Lima é vaiado durante eleição de condomínio em Camaçari

Foto Sudoeste Acontece

O ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) foi vaiado durante a eleição de síndico do condomínio Interlagos, na Costa de Camaçari, na noite do último sábado (24). O emedebista ficou impaciente na fila de espera para a votação, que acontecia de forma híbrida. As imagens divulgadas nas redes sociais mostram Geddel irritado quando a mesa disse que a casa dele estava no nome de uma empresa.

O político reclamou e chegou a pedir para a esposa pegar o IPTU para comprovar a propriedade do imóvel. Após a confusão, os responsáveis pela eleição localizaram o nome do ex-ministro, que bradou. “Pensei que tivessem me desapropriado”. Em resposta, o ex-ministro recebeu vaias dos outros moradores que estavam no salão do clube do condomínio.


26 de fevereiro de 2024
Brasil

Investigações mostram indícios de plano do PCC contra uma autoridade, diz revista

Um material apreendido pela Polícia Federal com integrantes do Primeiro Comando da Capital, o PCC, indicou que um núcleo da facção criminosa havia alugado um imóvel no Distrito Federal nos meses de maio, junho e julho do ano passado. A informação é da revista Veja.

Segundo reportagem da revista, publicada nesta semana, o núcleo em questão é o Restrita, especializado em colocar em prática as missões mais arriscadas e perigosas da facção, como o cometimento de atentados e sequestros. Ligado à cúpula do PCC, o grupo obedece a ordens diretas do seu líder maior: Marcos Camacho, o Marcola, que cumpre na Penitenciária Federal de Brasília pena de mais de 300 anos de prisão por crimes como formação de quadrilha, homicídio e tráfico de drogas.

Desde o ano passado, os investigadores procuram o endereço da residência. Uma série de incursões já foi feita, mas ainda não há nenhum sinal de onde a facção criminosa possa ter se estabelecido em Brasília.

Uma das possibilidades levantadas é que o grupo tenha alugado um imóvel no Jardins Mangueiral, um bairro popular localizado a cinco quilômetros de onde Marcola está preso. Além da localidade, pesa na suspeita o valor do aluguel encontrado nas prestações de contas, de R$ 2.560.

Nas anotações apreendidas em posse de criminosos presos, ainda há o detalhamento dos gastos na mobília do imóvel. Pelos registros, foram comprados uma geladeira (2.800 reais), um sofá retrátil (1.800 reais), um painel com suporte (1.200 reais), uma televisão de LED (2.500 reais) e um fogão (1.700 reais). Também há despesas com o frete de uma cama, com IPTU e com deslocamentos pela capital do país.

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26 de fevereiro de 2024
Brasil

Bolsonaro reúne 750 mil pessoas em ato na Avenida Paulista, diz SSP


Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP) do estado de São Paulo, um total de 750 mil pessoas participaram do ato convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) neste domingo (25) na Avenida Paulista.

A estimativa engloba não apenas o público presente na avenida principal, contabilizando 600 mil pessoas, mas também as ruas adjacentes, onde outras 150 mil se aglomeraram. De acordo com a SSP, o ato transcorreu de maneira pacífica, sem qualquer registro de incidentes.

Para garantir a segurança do evento, aproximadamente 2 mil policiais militares foram mobilizados, incluindo diversas equipes especializadas como a Força Tática, Rocam, 7º Baep, Batalhão de Choque, Cavalaria, Policiamento de Trânsito, além do Comando de Aviação. Drones e câmeras fixas e móveis foram utilizados para o monitoramento da manifestação.


26 de fevereiro de 2024
Bahia

‘O maior ato de rua que este país já viu’, diz Leandro de Jesus na Avenida Paulista

Participando do ato pró-Bolsonaro que ocorre neste domingo (25) na Avenida Paulista, em São Paulo, o deputado estadual Leandro de Jesus (PL), que foi um dos representantes da Bahia ao lado do presidente do PL estadual João Roma, engrandeceu a manifestação e afirmou que a realização foi “a maior já vista nas ruas do Brasil”.

“Não são milhares de pessoas, são milhões. O que estamos vendo aqui é algo que jamais este país viu. Disseram que derrotaram a Direita, mas estamos aqui mostrando que somos sementes, que nos multiplicamos e que amamos o nosso país. Não vamos desistir do Brasil. O recado está sendo dado para todo o mundo. De maneira ordeira, sem críticas a quem quer que seja, estamos aqui para dizer que amamos o nosso país, que amamos o fato de sermos brasileiros”, disse Leandro.

O parlamentar chegou ao local do evento ao lado do ex-ministro João Roma e enfatizou que 2024 será um ano de lutar para que mais representantes da Direita sejam eleitos em solo baiano.

“Vamos trabalhar cada vez mais firme para manter esta chama acesa. Não vamos desistir do nosso Brasil. Vamos buscar todos os dias ampliar o número de representantes conservadores, aqueles que são fiéis aliados do presidente Jair Bolsonaro e que vão nos ajudar a proteger a nossa liberdade e democracia”, completou.


26 de fevereiro de 2024
Bahia

Na Paulista, Diego Castro chama ato de Bolsonaro de ‘celebração da democracia’


Presente no ato convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (25), o deputado estadual Diego Castro (PL) classificou o evento como “uma celebração da democracia”.

“A celebração da democracia se manifesta com a presença do povo nas ruas. A Avenida Paulista pintada de verde e amarelo, demonstrando apoio ao nosso eterno presidente Bolsonaro. Nosso líder não está sozinho”, declarou Diego Castro.

“O nosso mandato está aqui representando os baianos que não caíram nas mentiras do partido vermelho. Estamos lado a lado com Bolsonaro para o que der e vier, em defesa da nossa nação”, acrescentou Diego.


26 de fevereiro de 2024
Brasil

Tarcísio enaltece Bolsonaro e cobra segurança jurídica em discurso na Paulista

Ana Luiza Albuquerque e Artur Rodrigues / Folhapress

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) cobrou liberdade de expressão e segurança jurídica no país neste domingo (25) em discurso na avenida Paulista e celebrou o legado do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Eu não era ninguém”, disse o governador, que ainda chamou Bolsonaro de amigo.

“Que festa bonita. Vocês estavam com saudades de vestir verde e amarelo”, disse Tarcísio.

“Viemos celebrar o verde amarelo, o estado democrático de direito e entender os seus desafios”, completou o governador, ao citar liberdade de expressão e de manifestação e sem censura.

A fala de Tarcísio ocorre no momento em que Bolsonaro é alvo de uma investigação da Policia Federal sobre uma trama golpista organizada em 2022 para impedir a posse do presidente Lula (PT).

O ato deste domingo tem como objetivo demonstrar força política de Bolsonaro e pressionar o STF (Supremo Tribunal Federal), que tem autorizado prisões e buscas em torno da investigação de uma trama golpista.

Durante o ato bolsonarista, as bandeiras de Israel foram onipresentes. Item obrigatório entre os camelôs, a bandeira do país foi escolhida pelo ex-presidente no primeiro aceno ao público em cima do trio elétrico.

Bolsonaro convocou a manifestação, organizada pelo pastor Silas Malafaia, com o alegado objetivo de se defender das acusações imputadas contra ele e defender o Estado democrático de Direito.

Aliado e ex-ministro de Bolsonaro, Tarcísio é frequentemente cobrado por aliados próximos de Bolsonaro a se posicionar publicamente em defesa do ex-presidente.

Eles avaliam que o governador, apesar de ter sido eleito com o apoio de Bolsonaro, não é de fato comprometido com as pautas bolsonaristas. Tarcísio já afirmou que não é um bolsonarista raiz e que não quer se envolver em guerras ideológicas e culturais.

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26 de fevereiro de 2024
Brasil

Bolsonaro reúne milhares na Paulista e em discurso fala em abuso de alguns no país

Ana Luiza Albuquerque, Artur Rodrigues e Fábio Zanini / Folhapress

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (25) em discurso na avenida Paulista que nenhum “mal é eterno” e que o “abuso por parte de alguns trazem insegurança para todos nós”.

Antes de Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia, um dos organizadores do ato, fez críticas tanto ao STF como ao TSE em seu discurso durante o evento.

O pastor criticou a atuação do ministro Alexandre de Moraes durante as eleições de 2022 e fez insinuações sobre um suposto papel do presidente Lula (PT) no ataque de 8 de janeiro, organizado por bolsonaristas em 2023.

O ex-presidente acumulou declarações golpistas ao longo de seu mandato e agora é alvo de uma investigação da Policia Federal sobre uma trama golpista organizada em 2022 para impedir a posse do presidente Lula (PT).

O ato deste domingo teve como objetivo demonstrar força política de Bolsonaro e pressionar o STF (Supremo Tribunal Federal), que tem autorizado prisões e buscas em torno da investigação de uma trama golpista.

O ato atraiu milhares de pessoas. Não houve estimativa oficial pela Polícia Militar de São Paulo. Ao menos quatro quarteirões da Paulista ficaram superlotados. Havia bolsonaristas, mais espalhados, em cerca de um total de dez quarteirões da avenida.

Bolsonaro fez a declaração em cima de um trio elétrico ao lado de aliados como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), que busca o apoio do ex-presidente.

Durante o ato bolsonarista, as bandeiras de Israel foram onipresentes. Item obrigatório entre os camelôs, a bandeira do país foi escolhida pelo ex-presidente no primeiro aceno ao público em cima do trio elétrico.

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