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23 de janeiro de 2016
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Aliados atribuem a Jaques Wagner novo estilo pacificado da presidente Dilma

Foto: Conquista Acontece

Foto: Conquista Acontece


Aliados do petista Jaques Wagner atribuem ao ministro da Casa Civil o novo estilo pacificado da presidente Dilma Rousseff. Desde que assumiu o cargo, Wagner vem gastando saliva para convencer a chefe a ser mais política e menos durona no trato com líderes da base. Como argumento, alertou que o jeitão Dilma de ser estava no topo das críticas dirigidas a ela por governistas e sugeriu que uma mudança de comportamento ajudaria nos esforços voltados a debelar a crise enfrentada pelo Planalto. Pelo visto, conseguiu os primeiros resultados. Ontem, a presidente era só sorrisos na sua passagem pelo encontro do Diretório Nacional do PDT, em Brasília. Não perdeu a ternura nem mesmo depois do ex-ministro Ciro Gomes sentar o sarrafo com gosto na política econômica do governo. Plantio de suspeita Pego no contrapé após o deputado Leonardo Quintão (MG) desistir de disputar a liderança do PMDB na Câmara e anunciar apoio a Leonardo Picciani (RJ), o presidente do partido na Bahia, Geddel Vieira Lima, ventilou insinuações contra o parlamentar mineiro. Em troca de conversas com uma jornalista da Globo News pelo Twitter, semeou a intriga: “E o Quintão vai receber o que do governo? Aviação Civil ou o controle do setor mineral? Vamos ficar atentos”, disse, sem pudor em associar a súbita mudança de postura do correligionário à oferta de cargos na Esplanada dos Ministérios. Como noticiado na Satélite de ontem, o deputado Lúcio Vieira Lima, irmão de Geddel, contava com a presença de Leonardo Quintão na batalha contra a ala governista do PMDB pelo comando da bancada.A tática era levar a eleição para o segundo turno e, com apoio de Quintão, apostar tudo em Hugo Motta (PB), ungido pelos dissidentes peemedebistas. Em dezembro passado, Quintão foi escolhido para substituir Leonardo Picciani na liderança da sigla. Patrocinado pelo Planalto, Picciani caiu, mas conseguiu levantar. De quebra, atraiu o rival para o lado petista da força. Pré-candidata à prefeitura de Salvador pelo PSTU, Renata Mallet virou a vítima da vez dos ataques com viés machista coordenados nas redes sociais. Após publicar anteontem um post em que condena a exclusão da página Feminismo sem Demagogia pelo Facebook, Renata Mallet foi bombardeada por dezenas de comentários chulos e carregados de preconceitos contra mulheres. Seus autores são os mesmos que, sob identidade fictícia, inundam perfis com denúncias falsas até conseguir derrubá-los. Despertou atenção na Secretaria de Saúde de Salvador o excesso de falhas do sistema de ponto eletrônico por identificação biométrica, usado para controlar a frequência de servidores nos postos municipais. Há quem desconfie da utilização de produtos que dificultam a leitura das impressões digitais, abrindo espaço para o falível registro manual. Nas conversas entre a cúpula do Palácio Thomé de Souza, o assunto da vez é o aumento da jornada de trabalho imposto à equipe pelo prefeito ACM Neto (DEM). Desde o início do ano, o democrata elevou a carga de projetos, vistorias de obras, visitas a bairros e cobranças por prazos. Na casa dos secretários, o telefone passou a tocar bem mais cedo.